Imagem mostra policiais em operação - Operação Contra o Comando Vermelho no Rio deixa 64 Mortos e 81 Presos

Operação no Rio deixa 64 Mortos e 81 Presos

Brasil Segurança

Uma megaoperação das forças de segurança do Rio de Janeiro contra o crime organizado resultou em um dos episódios mais letais da história do estado. A ação, realizada na manhã desta terça-feira (29) nos complexos da Penha e do Alemão, deixou 64 mortos e 81 suspeitos presos, de acordo com dados atualizados do Palácio Guanabara. A ofensiva mobilizou mais de 2,5 mil agentes em uma investida contra as bases da maior facção fluminense, o Comando Vermelho.

A operação se destacou pelo uso de tecnologia bélica por ambos os lados. Criminosos utilizaram drones equipados com explosivos para atacar as forças policiais, em uma tática que demonstra a sofisticação do aparato do Comando Vermelho. A ação reuniu efetivos de diversas corporações em uma ofensiva de grande escala, considerada a mais letal já registrada no estado do Rio de Janeiro até o momento.

Governador Cláudio Castro Solicita Intervenção Federal e Tropas do Exército

Diante da gravidade do cenário, o governador Cláudio Castro (PL) formalizou um pedido de intervenção do Governo Federal. Em declaração ao Portal Foco no Fato, o governador afirmou que o crime organizado “extrapolou todas as barreiras” e que as forças policiais estaduais sozinhas não têm condições de conter a escalada da violência. Castro solicitou explicitamente o envio de tropas do Exército Brasileiro para auxiliar no controle da situação.

Objetivo é Impedir Expansão do Comando Vermelho em 26 Comunidades

O foco estratégico da megaoperação é a captura de lideranças criminosas do Rio e de outros estados, além de conter a expansão territorial do Comando Vermelho. Os complexos do Alemão e da Penha abrigam 26 comunidades sob influência direta da facção, representando um território estratégico para o grupo. A ação busca desarticular a estrutura de comando e impedir que a facção amplie seu domínio sobre outras regiões metropolitanas.


Ler também:

Fonte: Portal Foco no Fato

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *