Imagem mostra o Pastor Malafaia falando no microfone e apontando o dedo em riste - Malafaia Classifica Dosimetria Como "Conversa Fiada" Antes de Ato

Malafaia Classifica Dosimetria Como “Conversa Fiada”

Política

O pastor Silas Malafaia se manifestou sobre o projeto de lei da Dosimetria horas antes do ato a favor da anistia a condenados pelo 8 de Janeiro. Em declarações contundentes, o religioso classificou a proposta que tramita na Câmara como “conversa fiada para boi dormir”. O ato organizado por segmentos conservadores está marcado para esta terça-feira (07) em Brasília.

Críticas ao Projeto da Dosimetria

Em suas declarações à Metrópoles, Malafaia foi enfático ao rejeitar a proposta legislativa. “Dosimetria é conversa fiada para boi dormir. Nós não somos bois”, afirmou o pastor. Ele defendeu que o papel do Congresso Nacional não seria legislar sobre dosimetria, mas sim conceder anistia ampla aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023.

O religioso posicionou-se contrariamente às manifestações artísticas que ocorreram em 21 de setembro contra a anistia. Malafaia destacou que o ato desta terça-feira terá composição diferente. “Não vai ter ninguém da Lei Rouanet, não vai ter ninguém famosinho”, afirmou, acrescentando que “artista é o povo, principalmente as pessoas que têm seus parentes presos injustamente”.

Contexto do Ato e Tramitação Legislativa

A caminhada organizada por conservadores ocorre em momento estratégico, um dia antes da votação prevista do PL da Dosimetria na Câmara dos Deputados. Conforme apurado na Agência Câmara, o projeto busca alterar as regras de aplicação de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito, o que poderia beneficiar condenados por atos golpistas.

Malafaia mantém postura ativa no debate sobre os eventos de 8 de janeiro. Seu posicionamento contrário à Dosimetria e favorável à anistia direta reflete a visão de segmentos que consideram as condenações excessivas. O ato desta terça-feira promove intensificar a pressão sobre os parlamentares às vésperas da votação do projeto no plenário.


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Fonte: Metrópoles 

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